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Tudo sobre a região do Anhanduizinho

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Campo Grande, quinta-feira, 21 de maio de 2020.

Incubadora Mário Covas

Produção de máscaras abre 63 novas frentes de serviços para costureiras do bairro Centro-Oeste na produção de máscaras

Por Gilson Giordano em 06/05/2020 às 16:10

Profissionais da localidade tiveram preferencias na contratação e com isso, terão ganho a mais (Foto: Divulgação)

Tendo a Incubadora Mário Covas, localizada no jardim do mesmo nome, no bairro Centro-Oeste, na região do Anhanduizinho, como o QG de fabricação, começaram nesta quarta-feira (6), as atividades no Centro Emergencial de Produção de EPI’s, cujo local apoiará os trabalhos de superação da pandemia de coronavírus e suas conseqüências, através de uma iniciativa inovadora que entregará máscaras de proteção individual para servidores e comunidade em geral.

A medida é mais uma ação que agrega positivamente às demais atividades que vêm sendo realizadas pela administração municipal no sentido de combater os casos de Covid-19, gerando emprego e renda a dezenas de mulheres da comunidade.

“Esse projeto nasceu da necessidade urgente que o mundo está passando e a nossa cidade também tem atravessado. As Secretarias têm trabalhado em conjunto neste combate e mais do que nunca, a gente tem buscado soluções e saídas para melhorar a qualidade de vida dos campo-grandenses neste momento tão delicado”, disse a presidente do Conselho Gestor do Fundo de Apoio à Comunidade – FAC e Primeira-Dama.

Ela lembrou que mesmo Campo grande estando em uma situação melhor que muitas cidades, em relação à doença, não pode deixar os cuidados de lado.

No local serão confeccionadas 12 mil máscaras por dia, numa primeira etapa, perfazendo um total de 241 mil unidades mensais, que devem estar à disposição para entrega ainda neste mês.

O projeto previu a contratação temporária de natureza assistencial, de costureiras da comunidade que tiveram sua renda afetada e encontravam-se em situação vulnerável. São 63 profissionais que atuarão em turnos de seis horas, mais três professoras de corte e costura (que também atuarão executando as peças) e duas profissionais de apoio (controle de qualidade, embalagem e almoxarifado/despacho e entrega). As costureiras foram contratadas por meio do Programa Assistencial de Inclusão Profissional (Proinc).

A costureira Marlene Sebastião Leal destacou a sua alegria pelo fato de estar trabalhando. “Logo que saiu (a vaga), eu me inscrevi. Eu já sou do Proinc, trabalho na Comunidade Aldeia Água Bonita e agora estou aqui, podendo colaborar ainda mais”, disse

Márcia Dias disse que o projeto é importante tanto para as costureiras, como para quem receberá as máscaras. “Muito bom para nós que estamos trabalhando e para quem poderá receber uma máscara, pessoas que precisam deste material para se proteger e não tem condições de comprar esse material”, afirmou

Cada uma das 63 costureiras produzirá 175 máscaras por dia, totalizando 12.075 unidades diariamente, 241.500 mensalmente nos meses de maio e junho. Em julho, a produção deverá saltar para 277.725 máscaras perfazendo um total de 760.755 produtos em 63 dias de trabalho.

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