Tudo sobre a região do Anhanduizinho
Campo Grande, quarta-feira, 29 de julho de 2026.

Agora, com os preços mais em conta, o ovo volta a fazer parte da alimentação do chamado “povão”(Foto:Arquivo)
Mas uma vez, diante do elevadíssimo preço do quilo da carne bovina, cujos valores estão nas alturas, o ovo ganha novamente pauta, pelo fato que o mesmo pode entrar na rotina de quem quer comer melhor e até perder peso, mas a quantidade ideal varia e depende do seu perfil de saúde.
Se bem que o referido alimento, até um passado recente,tinha sido “descartado” pela maioria absoluta da população brasileira, devido ao elevado valor, no entanto, o valor exorbitante “caiu”, mas o preço real, não voltou mais ao antigo patamar.
A respeito dessa rica alimentação, tem alguns detalhes que o leitor precisa saber e para tanto, vão aqui algumas dicas:
Colesterol
Muito discutido e apontado como verdadeiro vilão, o colesterol do ovo deixou de ser tratado como o grande problema para o coração. Estudos indicam que o colesterol da gema tem impacto limitado no aumento do lipoproteínas de baixa densidade (LDL), o chamado “colesterol ruim”, e que a gordura saturada tende a pesar mais nesse resultado.
Ovo é um alimento acessível, de fácil preparo e com boa densidade nutricional. Um ovo médio, com cerca de 60 g, tem aproximadamente 7 g de proteína e reúne aminoácidos essenciais, além de vitaminas e minerais.
Para pessoas saudáveis, uma referência comum é comer apenas um ovo por dia. A recomendação geral citada por entidades médicas brasileiras e internacionais é limitar o colesterol alimentar a menos de 300 mg por dia, o que na prática costuma equivaler a até sete ovos por semana.
Quem já tem LDL alto tende a precisar reduzir o consumo semanal. Para esse grupo, a orientação apresentada é limitar para algo entre três e cinco ovos por semana, com ajuste individual.
Exagerar para “bater proteína” não é uma estratégia segura. A necessidade diária de proteína pode variar de 1,2 g a 2 g por quilo de peso corporal, a depender do nível de atividade, e a recomendação é diversificar fontes – não tentar alcançar metas com grandes quantidades de ovos.
Quando o ovo ajuda a perder peso
O ovo pode ajudar no emagrecimento por aumentar a saciedade, não por ter “efeito mágico”. Por ser rico em proteína, ele pode reduzir a fome e ajudar a controlar o apetite ao longo do dia, inclusive quando consumido no café da manhã.
Emagrecimento acontece com déficit calórico: comer menos calorias do que gasta. O ovo pode contribuir quando substitui alimentos mais calóricos ou ricos em gordura saturada, como algumas porções de carne vermelha.
Modo de preparo e acompanhamentos mudam o impacto no prato. A recomendação é priorizar versões cozidas, ponche ou feitas em frigideira antiaderente, com pequena quantidade de óleo, azeite, manteiga ou ghee, que é um tipo de manteiga clarificada de origem indiana, feita de gordura pura sem água nem resíduos sólidos do leite, mas devido ao elevado valor, a mesma pode ficar fora do cardápio.
Ideias para um café da manhã mais nutritivo com ovos
Ovo mexido com temperos pode ser uma opção simples para começar o dia com proteína. Uma versão possível leva um ovo, sal, pimenta-caiena, orégano, cheiro-verde e açafrão, preparado na frigideira antiaderente.
Omelete com tomate e ervas aumenta o volume da refeição sem depender de fritura pesada. A receita usa dois ovos, tomate picado, ervas finas e sal, feita na frigideira antiaderente.
Crepioca combina ovo com goma de tapioca e pode ganhar fibras com chia. A sugestão mistura tapioca, ovo e chia e pode ser recheada com creme de ricota light e ervas.
Ovo cremoso pode entrar no cardápio com ajustes para não virar uma bomba calórica. A receita leva dois ovos, queijo cremoso light, cebolinha, manteiga, sal e pimenta, com atenção à quantidade de gordura usada no preparo.
Omelete de claras é uma alternativa para variar a forma de consumir o alimento. A versão leva duas claras, água, queijo cottage e recheios como aspargos, cogumelos, palmito, frios magros ou frutas (na versão doce.
0 Comentários